Terça-feira, 21 de Setembro de 2010
correspondente


O autor deste blogue foi o primeiro correspondente em Macau dos jornais diários "A Bola" e "Correio da Manhã". Infelizmente, muitos mercenários do jornalismo com memória curta não respeitaram factos históricos como este aqui divulgado. Com muito orgulho guardo religiosamente estes cartões de identidade profissional assinados em 1980 pelos grandes mestres Carlos Miranda e Vítor Direito.

 




publicado por João Severino às 00:01
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7 comentários:
De MACAU BANGKOK O MAR DO POETA a 21 de Setembro de 2010 às 03:50
Estamos sempre a aprender, desconhecia que o meu estimado amigo tivesse sido conrrespondente desses dois pretigiados jornais.
Meus ssinceros parabéns.


De Jose Martins a 21 de Setembro de 2010 às 10:05
Há 30 anos eras mesmo aquela máquina!
Pois,pois os mercenários não respeitam ninguém... São os soldados da fortuna...
Abraço
Zé Martins


De joãoeduardoseverino a 21 de Setembro de 2010 às 10:36
Obrigado, caro amigo. A este propósito posso afirmar-lhe que tristemente houve um batráquio que chegou a afirmar que eu nem tinha carteira de jornalista, uma cena que decorreu no ano 2000, passados 27 anos da minha primeira Carteira profissional, a qual tem o número 278, entre mais de 8.000 jornalistas portugueses.


De joãoeduardoseverino a 21 de Setembro de 2010 às 10:46
Abraço, Zé. Mas os mercenários matam...


De Daniel Santos a 21 de Setembro de 2010 às 22:01
um abraço de enorme admiração.


De joãoeduardoseverino a 21 de Setembro de 2010 às 22:44
Obrigado, caro Daniel. Qualquer dia estás um especialista em assuntos macaenzes... :)
Abraço


De Jose Martins a 22 de Setembro de 2010 às 02:57
João,
Claro que tinhas carteira e todo o mundo sabia que o João Severino nunca soube fazer mais nada que jornalismo.
Mas não é a carteira que faz o jornalista. Analfabeto que já me chamaram (sempre me caguei para as gralhas e a revisão era serviço da redacção),no meu correr da vida de jornalista amador, servi alguns mercenários (com carteira) que depois de os aturar e ajudar de "borla", partiram e foram dizer mal de mim...
Não me mataram...Estou vivo e eles na mação dos porcos.
Abração
Zé Martins


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Macau pertenceu à administração portuguesa. Essa realidade faz parte dos registos históricos de uma nação que marcou presença nos quatro cantos do mundo. A Oriente, milhares de portugueses viveram como lhes foi possível. Em Macau, a continuidade lusa mantém-se, mas o passado foi muito significativo. Fiz parte desse passado de uma forma intensa. Portugueses, macaenses e chineses, conheci muitas centenas. De alguns guardei as fotografias que memorizam a vivência. Humanos e a urbe macaense completam um espólio fotográfico que possuo de mais de seis mil fotografias e outras mais que ainda devem estar em caixas por abrir. Neste sentido, resolvi ir publicando aqui neste MACAU PASSADO o espólio que for possível. Espero que vos agrade e que possam recordar Macau sem complexos, sem rancores e sem tibiezas. Macau sã assi...

João Eduardo Severino
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