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Macau Passado

Macau Passado

19
Set10

almoços (2)

João Severino


Muitos dos almoços em Macau transformavam-se em verdadeiras jornadas de trabalho ou de debate quando se abordavam questões sérias como a televisão ou a rádio ao serviço da comunidade. Neste almoço, o autor deste blogue teve a oportunidade de dialogar com Afonso Camões, director do Gabinete de Comunicação Social do governador Rocha Vieira, com Manuel Gonçalves, administrador da TDM (empresa de televisão e rádio de Macau) e com Pedro Mariano, director de informação da TDM, as mais diferentes questões relacionadas com uma informação promotora da presença portuguesa no território.
De salientar, que Afonso Camões, apesar da sua função institucional, sempre manteve connosco a maior cordialidade e consideração. Em alguns casos, teve mesmo a maior paciência do mundo em disponibilizar o seu tempo para os meus exageros de análise política referente a determinados assuntos da governação. Um homem fiel às suas amizades, humilde e inteligente, que bem merece o cargo que ocupa de presidente da Agência Lusa.
Pedro Mariano é um colega de longa data, desde os tempos em que trabalhámos na RTP entre 1973 e 76. Um dos portugueses com maior conhecimento do mundo dos automóveis, especialmente das modalidades desportivas. Em Macau exerceu o cargo com sabedoria "oriental", o que aconteceu com muito poucos ocidentais.
Manuel Gonçalves é um gentlemen e um dos melhores gestores locais, que dispensou sempre uma atenção muito especial aos temas que lhe eram apresentados. Se, um dia, Gonçalves abandonar a TDM devido a pressões políticas, poderá ficar em perigo a manutenção dos canais televisivo e radiofónico em português.

 


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Macau pertenceu à administração portuguesa. Essa realidade faz parte dos registos históricos de uma nação que marcou presença nos quatro cantos do mundo. A Oriente, milhares de portugueses viveram como lhes foi possível. Em Macau, a continuidade lusa mantém-se, mas o passado foi muito significativo. Fiz parte desse passado de uma forma intensa. Portugueses, macaenses e chineses, conheci muitas centenas. De alguns guardei as fotografias que memorizam a vivência. Humanos e a urbe macaense completam um espólio fotográfico que possuo de mais de seis mil fotografias e outras mais que ainda devem estar em caixas por abrir. Neste sentido, resolvi ir publicando aqui neste MACAU PASSADO o espólio que for possível. Espero que vos agrade e que possam recordar Macau sem complexos, sem rancores e sem tibiezas. Macau sã assi...

João Eduardo Severino

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