Terça-feira, 22 de Março de 2011
palácio da praia grande

 

 

 

 

 

> No Palácio da Praia Grande entrei centenas de vezes pelas mais diferentes razões. Conheci os Governadores Melo Egídio, Almeida e Costa, Pinto Machado, Carlos Melancia e Rocha Vieira. Mas, a história que mais deu que falar foi quando a polícia me suspendeu a carta de condução por um mês devido a excesso de velocidade "inventado", e passei a andar de bicicleta nesse mês. Quando chegava ao Palácio da Praia Grande arrumava a bicla no primeiro degrau, o porteiro ria-se e dizia-lhe: "Não deixe roubar o meu carro"...

 




publicado por João Severino às 11:54
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1 comentário:
De Bloom a 24 de Março de 2011 às 06:27
Estive em Macau há uns meses e tive a satisfação de ver que o Governo da RAEM continua a preservar de forma exemplar este e outros monumentos. Aliás é curioso notar que depois da transição, não só os traços portugueses na cidade não diminuiram como até aumentaram. Onde dantes apenas havia calçada portuguesa no Leal Senado, agora existe um pouco por toda a cidade, com candeeiros tipicamente portugueses a iluminar a noite. A praça do Tap Seac é outro exemplo de preservação da herança portuguesa, com uma praça espaçosa e bem arranjada. E cusiosamente até os casinos adoptaram traços portugueses. O gigantesco hall de entrada do MGM é uma cópia completamente dedicada à baixa lisboeta (com bom gosto, mas claro não deixa de ser um casino...), e à entrada do Four Seasons estão estátuas gigantes de Vasco da Gama e de Fernão Magalhães.

Podem sempre chamar a isto tudo de pindérico, mas se os actuais lideres de Macau podiam muito bem ter optado por temas orientais ou até americanos, e optaram por incorporar traço portugueses, acho que devemos ter razão para estar orgulhosos.

O caso do Faról da Guia foi um triste acontecimento que infelizmente já não tem reparação, uma vez que o novo edificio (se não me engano, pertence à Xinhua) já foi erguido. Esperemos que a nova legislação que limita a altura dos edificios envolventes consiga pôr cobro à especulação imobiliária desenfreada.


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Macau pertenceu à administração portuguesa. Essa realidade faz parte dos registos históricos de uma nação que marcou presença nos quatro cantos do mundo. A Oriente, milhares de portugueses viveram como lhes foi possível. Em Macau, a continuidade lusa mantém-se, mas o passado foi muito significativo. Fiz parte desse passado de uma forma intensa. Portugueses, macaenses e chineses, conheci muitas centenas. De alguns guardei as fotografias que memorizam a vivência. Humanos e a urbe macaense completam um espólio fotográfico que possuo de mais de seis mil fotografias e outras mais que ainda devem estar em caixas por abrir. Neste sentido, resolvi ir publicando aqui neste MACAU PASSADO o espólio que for possível. Espero que vos agrade e que possam recordar Macau sem complexos, sem rancores e sem tibiezas. Macau sã assi...

João Eduardo Severino
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