Sexta-feira, 8 de Abril de 2011
roldão lopes

 

 

 

Edifício dos Correios

 

> Carlos Roldão Lopes foi meu colega de estudos em Cernache do Bonjardim, no Instituto Vaz Serra. Sempre o conheci como muito estudioso, dinâmico e empreendedor. Em Macau, reencontrei Roldão Lopes como funcionário dos Correios, serviço do qual viria ser o principal responsável. E em boa hora, porque os Correios transformaram-se como das trevas de uma noite de tempestado para um dia luminoso de sol ardente. Os Correios passaram a ser rápidos, eficientes e com uma série de serviços ao público que viria a contribuir para o progresso e desenvolvimento de Macau de uma forma peculiar. Onde quer que ele esteja, quero com este simples post, enviar um abraço ao Carlos e prestar-lhe homenagem pelo seu trabalho em prol de Macau e das suas gentes.

 


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publicado por João Severino às 10:57
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3 comentários:
De Carlos Q. a 11 de Abril de 2011 às 13:19
Junto com o Costa Antunes dos Serviços de Turismo, o Roldão Lopes é sem dúvida um dos portugueses com mais sucesso em cargos públicos pós transição.


De João Severino a 11 de Abril de 2011 às 15:11
Meu caro Carlos Q.

A única semelhança entre os dois poderá apenas ser esse pormenor do "sucesso em cargos públicos pós transição". Roldão Lopes sempre foi um homem solidário e que enfrenta os factos olhos nos olhos, enquanto que Costa Antunes é um egoísta.


De Bloom a 12 de Abril de 2011 às 06:12
Confesso que sempre admirei e achei o Costa Antunes um dos mais profissionais e notáveis chefes da administração da RAEM. Nenhum grande evento de Macau, incluindo o Grande Prémio, passa sem ele e a forma como gere tudo isto, bem como a imagem de Macau no exterior, faz conquistar a confiança dos líderes chineses da RAEM há mais de 10 anos.

Egoísta em que sentido?


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Macau pertenceu à administração portuguesa. Essa realidade faz parte dos registos históricos de uma nação que marcou presença nos quatro cantos do mundo. A Oriente, milhares de portugueses viveram como lhes foi possível. Em Macau, a continuidade lusa mantém-se, mas o passado foi muito significativo. Fiz parte desse passado de uma forma intensa. Portugueses, macaenses e chineses, conheci muitas centenas. De alguns guardei as fotografias que memorizam a vivência. Humanos e a urbe macaense completam um espólio fotográfico que possuo de mais de seis mil fotografias e outras mais que ainda devem estar em caixas por abrir. Neste sentido, resolvi ir publicando aqui neste MACAU PASSADO o espólio que for possível. Espero que vos agrade e que possam recordar Macau sem complexos, sem rancores e sem tibiezas. Macau sã assi...

João Eduardo Severino
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