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Macau Passado

Macau Passado

20
Jul11

alentejanos

João Severino

 

 

> Em Macau sempre residiram alentejanos. Muitos radicaram-se até à morte. Os alentejanos são portugueses muito especiais: trabalhjadores, sérios e bons garfos. Onde haja um alentejano há boa disposição e boa mesa. E pouco lhes importam as anedotas malévolas que só destróem a boa imagem dos alentejanos. Um dia, no quartel de Coloane, um grupo vasto de alentejanos promoveu um lauto repasto, no qual não faltaram as melhores iguarias do grande Alentejo e onde o meu capote, hoje com mais de 40 anos, marcou presença. O compadre Santos foi um dos animadores da festa, homem excepcional que ainda mantém na ilha da Taipa o seu restaurante ao serviço da comunidade macaense.

 


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Macau pertenceu à administração portuguesa. Essa realidade faz parte dos registos históricos de uma nação que marcou presença nos quatro cantos do mundo. A Oriente, milhares de portugueses viveram como lhes foi possível. Em Macau, a continuidade lusa mantém-se, mas o passado foi muito significativo. Fiz parte desse passado de uma forma intensa. Portugueses, macaenses e chineses, conheci muitas centenas. De alguns guardei as fotografias que memorizam a vivência. Humanos e a urbe macaense completam um espólio fotográfico que possuo de mais de seis mil fotografias e outras mais que ainda devem estar em caixas por abrir. Neste sentido, resolvi ir publicando aqui neste MACAU PASSADO o espólio que for possível. Espero que vos agrade e que possam recordar Macau sem complexos, sem rancores e sem tibiezas. Macau sã assi...

João Eduardo Severino

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