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Macau Passado

Macau Passado

02
Mai11

boa comida

João Severino

 

 

 

 

 

> O melhor restaurante de Macau era a minha casa. A minha mulher era a melhor cozinheira no enclave. Que o digam as centenas de pessoas que passaram pela minha mesa, especialmente, jornalistas e familiares. Curiosamente, quase todos eles fingem que não existo. Bem comidos e mal agradecidos...

 

14
Abr11

sales marques

João Severino

 

 

Sales Marques, na mesa principal, rodeado dos directores dos jornais 'Tribuna de Macau' José Rocha Dinis, 'Macau Hoje' João Severino, 'Ponto Final' Ricardo Pinto, 'O Clarim' padre Albino Pais e 'Rádio Macau Gilberto Lopes

 

 

> José Luís Sales Marques foi o melhor presidente do Leal Senado, na minha humilde opinião. Um gentleman, diplomata, compreensivo, conhecedor da realidade macaense, técnico exímio, interlocutor de porta aberta, patriota e culto. Sales Marques nunca descurou a importância da comunicação social no desenvolvimento de Macau. Em cada ano novo chinês, convidou sempre os responsáveis pela informação portuguesa e chinesa para um Jantar de Primavera, onde se falava de tudo um pouco em off the record. Um abraço para este senhor macaense que muito admiro.

 

08
Abr11

roldão lopes

João Severino

 

 

 

Edifício dos Correios

 

> Carlos Roldão Lopes foi meu colega de estudos em Cernache do Bonjardim, no Instituto Vaz Serra. Sempre o conheci como muito estudioso, dinâmico e empreendedor. Em Macau, reencontrei Roldão Lopes como funcionário dos Correios, serviço do qual viria ser o principal responsável. E em boa hora, porque os Correios transformaram-se como das trevas de uma noite de tempestado para um dia luminoso de sol ardente. Os Correios passaram a ser rápidos, eficientes e com uma série de serviços ao público que viria a contribuir para o progresso e desenvolvimento de Macau de uma forma peculiar. Onde quer que ele esteja, quero com este simples post, enviar um abraço ao Carlos e prestar-lhe homenagem pelo seu trabalho em prol de Macau e das suas gentes.

 

24
Mar11

o meu amigo choi

João Severino

 

 

 

 

 

> Muitos e muitos riquexós percorriam as ruas de Macau, Até chegavam a atravessar a Ponte Nobre de Carvalho com turistas até à Taipa. O meu amigo Choi (na foto) tinha um irmão que era o lavador dos meus carros. Eu adorava um dia andar de riquexó. O amigo Choi, algumas vezes já com uma valente "pedrada" de ópio, convidava a transportar-me do Hotel Lisboa até à Barra, onde eu residia. Bem me apetecia, e muitas vezes fui a pé, porque um carro estava no mecânico e o outro com a minha mulher. Contudo, sempre que o amigo Choi se oferecia para me levar não deixei de lhe pagar a viagem. E por que é que nunca andei de riquexó, perguntará o leitor? Porque sempre me deu a ideia de escravatura...

 


 

20
Ago10

landmark

João Severino

O empresário e ex-deputado David Chow Kam Fai sempre demonstrou a maior consideração pelo autor deste blogue, chegando ao ponto de o convidar para jantar na sua residência, onde se abordavam os temas mais candentes da vida sócio-política do território.
As imagens reportam-se à inauguração do complexo Landmark e onde dialoguei com Rita Santos sobre o futuro da Associação dos Trabalhadores da Função Pública (ATFPM) presidida por outro bom amigo e meu afilhado de casamento, o José Pereira Coutinho.

17
Ago10

benfica

João Severino


O santo, o "rei" dos benfiquistas, o alentejano, o patriota, muitos são os epítetos dispensados ao nosso amigo Santos, proprietário de um dos melhores restaurantes de culinária portuguesa no território e uma casa acolhedora com um ambiente totalmente português.

 


13
Ago10

guy lesquoy

João Severino


Guy Lesquoy e Nicolle. Dois dos melhores bailarinos que optaram por Macau. Vindos de França logo conquistaram a simpatia generalizada da comunidade. O Guy viria a ser um coreógrafo de excelência do espectáculo 'Crazy Paris Show', continuamente em cena no Hotel Lisboa, e um bom jogador de ténis e de futebol que deu cartas em muitos torneios locais. Para ele o meu grande abraço.

 


10
Ago10

conselheiros

João Severino


Muitos dos idosos sentados nos bancos dos jardins de Macau foram os meus conselheiros. Bons conselheiros das vicissitudes de uma terra complicada onde até os porcos voavam. Cumpri sempre à risca os seus conselhos. Quando falhei, ao dizerem-me "nunca se meta com um mafioso", estraguei tudo.

 


07
Ago10

são silvestre

João Severino


A corrida pedestre na noite de S. Silvestre passou a ser uma realidade em Macau com um aumento progressivo do número de participantes em cada ano que passava. Estas imagens reportam-se à corrida de 1988 e nas imagens podemos ver dois atletas que me tocaram muito. Dois engenheiros, duas personalidades bem distintas, dois conhecidos de longa data. O Vítor Cordeiro e o José Ferreira.
Cordeiro, um amante de fotografia que ainda hoje chama a si todos os amigos de Macau para que visitem as exposições das suas obras. Um homem sempre solidário e preocupado comigo.
Ferreira, meu vizinho nas torres da Barra, ocupa hoje um cargo importantíssimo na Câmara Municipal de Lisboa. Quando lhe telefonei a pedir ajuda sobre a possibilidade de me ser facilitada uma habitação social nunca mais me respondeu. Portugueses sã assi...

 


04
Ago10

chefe

João Severino


O ex-chefe do Executivo da RAEM, Edmund Ho, sempre teve uma forma diferente de lidar com os jornalistas: a conversar. Por várias vezes convidou os directores dos meios de comunicação social para almoçar, como um modo muito especial de sentir o "pulsar" do que se ia passando em Macau com a vox populi. Neste caso, uma reunião restrita com João Guedes (TDM), João Roque (Lusa), Harald Bruning (SouthChinaMorningPost), José Rocha Dinis (Tribuna de Macau) e João Severino (Macau Hoje).

 


Mais sobre mim

foto do autor

Macau pertenceu à administração portuguesa. Essa realidade faz parte dos registos históricos de uma nação que marcou presença nos quatro cantos do mundo. A Oriente, milhares de portugueses viveram como lhes foi possível. Em Macau, a continuidade lusa mantém-se, mas o passado foi muito significativo. Fiz parte desse passado de uma forma intensa. Portugueses, macaenses e chineses, conheci muitas centenas. De alguns guardei as fotografias que memorizam a vivência. Humanos e a urbe macaense completam um espólio fotográfico que possuo de mais de seis mil fotografias e outras mais que ainda devem estar em caixas por abrir. Neste sentido, resolvi ir publicando aqui neste MACAU PASSADO o espólio que for possível. Espero que vos agrade e que possam recordar Macau sem complexos, sem rancores e sem tibiezas. Macau sã assi...

João Eduardo Severino

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