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Macau Passado

Macau Passado

14
Jun11

deu brado

João Severino

 

 

 

 

> Quando a CTM resolveu inserir nas cabinas telefónicas cartazes publicitários, o meu jornal 'Macau Hoje' foi um dos primeiros clientes. O facto deu brado. De tal forma, que passados alguns dias, pelas 4.30 da madrugada, após uma noite árdua de trabalho, houve alguém que me telefonou, e disse: "João, amanhã mesmo tira a publicidade das cabinas... as seitas não gostaram...". E tiraste? Não!

 

02
Set10

edgar martins

João Severino
(capa do convite)

Um dia recebi um jovem no gabinete do meu jornal tal como o tinha feito com tantos outros. O jovem Edgar Martins queria colaborar. A porta foi imediatamente aberta e os seus textos e fotografias surpreenderam os leitores do 'Macau Hoje' pela qualidade patenteada.
Edgar Martins é hoje um dos fotógrafos mais famosos na Europa, particularmente em Inglaterra onde reside, e os seus textos em forma de teorias, teoremas ou projectos editoriais têm um valor de nível superior.
"Entre sombras e vazios" foi o tema da exposição que Edgar Martins apresentou na Galeria da Casa Garden, em Macau, no dia 15 de Junho de 2001.

 


21
Ago10

bilingue

João Severino


As imagens registam mais um aniversário do meu jornal "Macau Hoje", onde desde sempre fui pioneiro do bilinguismo laboral. O jornal chegou a ter um número maior de trabalhadores chineses que portugueses. Uma saudação especial para três deles que estiveram a meu lado de uma forma especial: João Paulo Borges, A Meng e Francisca Aurélio.

 


18
Ago10

19.12.1999

João Severino


Na janela da Redacção do meu jornal sempre flutuou a Bandeira Portuguesa. Na noite de 19 de Dezembro de 1999, quando Portugal abandonou Macau, foi com as lágrimas nos olhos que procedi à retirada do símbolo máximo de Portugal na companhia de todos os trabalhadores do diário "Macau Hoje".

 


Mais sobre mim

foto do autor

Macau pertenceu à administração portuguesa. Essa realidade faz parte dos registos históricos de uma nação que marcou presença nos quatro cantos do mundo. A Oriente, milhares de portugueses viveram como lhes foi possível. Em Macau, a continuidade lusa mantém-se, mas o passado foi muito significativo. Fiz parte desse passado de uma forma intensa. Portugueses, macaenses e chineses, conheci muitas centenas. De alguns guardei as fotografias que memorizam a vivência. Humanos e a urbe macaense completam um espólio fotográfico que possuo de mais de seis mil fotografias e outras mais que ainda devem estar em caixas por abrir. Neste sentido, resolvi ir publicando aqui neste MACAU PASSADO o espólio que for possível. Espero que vos agrade e que possam recordar Macau sem complexos, sem rancores e sem tibiezas. Macau sã assi...

João Eduardo Severino

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