Quinta-feira, 24 de Março de 2011
o meu amigo choi

 

 

 

 

 

> Muitos e muitos riquexós percorriam as ruas de Macau, Até chegavam a atravessar a Ponte Nobre de Carvalho com turistas até à Taipa. O meu amigo Choi (na foto) tinha um irmão que era o lavador dos meus carros. Eu adorava um dia andar de riquexó. O amigo Choi, algumas vezes já com uma valente "pedrada" de ópio, convidava a transportar-me do Hotel Lisboa até à Barra, onde eu residia. Bem me apetecia, e muitas vezes fui a pé, porque um carro estava no mecânico e o outro com a minha mulher. Contudo, sempre que o amigo Choi se oferecia para me levar não deixei de lhe pagar a viagem. E por que é que nunca andei de riquexó, perguntará o leitor? Porque sempre me deu a ideia de escravatura...

 


 



publicado por João Severino às 14:42
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Macau pertenceu à administração portuguesa. Essa realidade faz parte dos registos históricos de uma nação que marcou presença nos quatro cantos do mundo. A Oriente, milhares de portugueses viveram como lhes foi possível. Em Macau, a continuidade lusa mantém-se, mas o passado foi muito significativo. Fiz parte desse passado de uma forma intensa. Portugueses, macaenses e chineses, conheci muitas centenas. De alguns guardei as fotografias que memorizam a vivência. Humanos e a urbe macaense completam um espólio fotográfico que possuo de mais de seis mil fotografias e outras mais que ainda devem estar em caixas por abrir. Neste sentido, resolvi ir publicando aqui neste MACAU PASSADO o espólio que for possível. Espero que vos agrade e que possam recordar Macau sem complexos, sem rancores e sem tibiezas. Macau sã assi...

João Eduardo Severino
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